O Blog do 9ºA

The never ending story

by André Santos on Jun.17, 2010, under Sem categoria

Já reparei que já quase ninguém, incluído eu, visita este blog há um bom, bom tempo. Portanto, irei escrever com frequência, para quebrar esse… esquecimento ou preguiça (para mim, é uma questão de preguiça, sei que o blog existe, mas tenho preguiça mental…).

Como o próprio título diz, a história sem fim, seria a da nossa turma. Já devem estar a pensar: “Boa! Historias como os conflitos que tivemos…”. Na boa. Mas não deixa de ser uma história. Aliás, pondo os conflitos de lado, até temos umas boas recordações. Lembram-se da visita de estudo do 8º, em que estávamos numa instalação (dou péssimas indicações, com uma orientação que tenho…) juntamente com outra turma, em que vocês estavam a jogar á apanhada, e o (peço desculpas rapaz, és muito meu amigo, mas foi o que me veio á cachola!!!!) Abreu tinha escorregado ou algo assim, e ao tentar-se apoiar em alguma coisa, virou uma mesa num ângulo de 90… Toda gente partiu-se a rir, a olhar para ele. E isto foi só uma pequena parte da história.

Eu não irei começar com aquela conversa do tipo: “Eu sempre achei a nossa turma a melhor de todas, desde o inicio que sabia disso! Nunca serão esquecidos!!”. Ouçam, nós somos adolescentes, e nessa altura, temos altos e baixos, tempos de amizade e de guerra. E tudo isso é necessário para equilibrar o ambiente. Quando mais nos zangamos, mais falta sentimos uns dos outros, óbvio.

Ora, tudo começou no 7º. Uma turma que foi resultado de outras turmas, em que quase ninguém se conhecia. Não me lembro bem do inicio, mas sei que tudo o que fizemos foi dar pequenos passos, para conquistar as amizades uns dos outros. Os/as mais timidos/as, ficavam no seu cantinho, descansados, enquanto que os/as outros/as andavam-se claramente a conhecer melhor (estou a repetir demasiado certas palavras). Basicamente, foi uma fase em que todos pudessem conhecer o terreno. Tivemos uma visita de estudo…. nada de especial.

8º. Nivel 2, a fase do meio. Aqui sim, foi o começo de certos conflitos… Não se conhecendo totalmente, mas o suficiente para picar, houve bastante momentos instáveis dos quais alguns estiveram de fora. Por incrivel que pareça, é o ano em que eu me lembro mais dificilmente, talvez tenha a mente turva… Outra v’sita de estudo…

9º e último nivel para alguns. Provavelmente a altura mais delicada, em que alguns de nós disseram coisas que lhes vieram á cabeça, sem saber se alguém se feria. Muitos dos aborrecimentos acabaram aqui. Em contra, muitos segredos ditos. Outra vez, a minha memória está a falhar… basicamente, amaldiçoamos as férias (ou não :s ) por querermos estar  mais tempo juntos, mas as coisas não duram para sempre.

Como está escrito na Odisseia, que as façanhas sejam para sempre infinitas. (está? :( ) Muitos de nós ficaremos tristes, estaremos separados uns dos outros por motivos escolares, e pronto, é o que me vem á cabeça.

Bem, desejo a todos umas óptimas férias quentes de Verão, e vivam cada momento intensivamente.

( Como nota final: Estou bastante arrependido por ter-me integrado já tão tarde…………………………………….)

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Desaparecidos…

by Inês Ferreira on Abr.03, 2010, under Sem categoria

Então minha gente, ninguem escreve posts para o blog? A minha pessoa não compreende as vossas pessoas!
Porque é que não escrevem nada? Eu não tenho muita mural, tambem não tenho escrito nada mas mesmo assim, a turma tem 27, por isso eu acho que dentro de 27 cabeças haja assunto que escrever no tão famoso blog da turma…
Quando eu for grande (não que não o seja de momento), e for uma famosissima realizadora, (e estiver casada com o robert pattison, “sem comentários”), vou fazer uma longa metragem sobre a nossa turma, tipo “Confissões de adolescentes portugueses!”, que tal?
A pergunta que eu coloco é, o assunto do filme seria positivo ou negativo? Haveria paz e amor na convivencia de 27 pessoas ou conflitos?
Bem, como eu ão tenho mais assunto, vou indo!

Beijos para todos,
E uma feliz páscoa…

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Summer is coming… AND I’M GETING FUCKING ANARCH!!!!

by André Santos on Mar.09, 2010, under Sem categoria

Bom, para já quero dar um pequeno aviso para todos vós que vou falar de um tema um pouco secante, e os que lerem que reflitam e façam uma boa opinião. E também, e peço desculpa para as senhoras da nossa turma, vou utilizar uma linguagem diferente… se é que me entendem. O tema é a injustiça e o caminho para a pura glória e justiça: Anarquismo.

Ah, e já agora, enquanto estão a ler, fiquem a ouvir esta musiquinha:http://www.youtube.com/watch?v=m8fm3Z7jgWM&feature=fvst :)

Hoje de manhã, quase perto do almoço, eu e mais uns moços da nossa turma queriam sair da escola para almoçar. A contínua, que estava na portaria, não nos deixava sair até serem 11:50 e depois de mostrar-mos o cartão da escola. Vivemos numa democracia, livres de dizermos as nossas opiniões; mais livres em vários aspectos em relação ao tempo da ditadura. Agora, estamos a ser controlados… e só os gajos do 10º ano para cima podem sair, como se não fosse nada. Odeio essas m***** de prioridades!! SE SOMOS TODOS IGUAIS, SE O SOCIALISMO DEFENDE A IGUALDADE, PORQUE F*** NÃO PODEMOS TER OS MESMOS DIREITOS???!!!!!  Perdão… Odeio essas máscaras politicas de que devemos votar porque todos viverão melhor, etc, etc…

A propaganda, posteres, videos, bandeirinhas de m****, estou farto. Estão a estragar a honra e a glória deste país, usando difusores mentais. Mas a taça já está a transbordar, e o verdadeiro problema disto tudo é que para os portugueses, enquanto houver Football e cerveja, não levantam o rabo, para fazerem uma fila revolucionária. Acordem, a democracia já morreu, vivemos num fascismo soft. O Primeiro-ministro português quer acabar (acho eu) com a TVI, dominando as palavras dos jornalistas. E também acabei de me lembrar daquela coisa dos telefonemas… Agora vamos fazer o quê? Baixar as nossas cabeças diante dele? Ele não é divindade nenhuma…

Não sei se vocês já tinham reparado, mas está gravado na escola alguns símbolos anarcas em algumas mesas, e já esteve numa parede, num bloco. Não sei se foi por estilo, ou eu tenho, se calhar mais irmãos…

.

Meus amigos, “a liberdade sem igualdade significa que os pobres e os fracos são menos livres que os ricos e fortes e a igualdade sem liberdade significa que somos todos escravos em conjunto.” – frase tirada de um livro. O Anarquismo, é a liberdade e a igualdade. Ambos não são contraditórios, pelo contrário, eles completam-se. E a existência do governo devia ser pó. O governo foi criado para que os incontrolados da sociedade pudessem ser vigiados para protecção a nivel geral. Mas, na verdade quem se está a perder o controle, é o governo. Impostos a aumentar, menos liberdades, não podemos dizer aquilo que pensamos… Temos de partir para outra!

O Anarquismo é o emprego certo para pessoas qualificadas: pedreiros a fazerem trabalhos de pedreiro, médicos a fazerem trabalho de médicos. Bem, neste país os taxistas fazem de diplomatas e os “ricos burros” de políticos. No Anarquismo, as leis não são criadas para uns e por esses mesmos, mas sim criadas pelas opiniões de todos que vivem numa dada comunidade, e que a liberdade de uns não rocem com as dos outros. Mas para existir essa comunidade, tem de haver certos quadros mentais. Não vamos pôr numa mesma casa um benfiquista e um sportinguista… daria guerra.

Pois é, estão a ler um post de um revolucionário, espero vos ter convertido!! :)

Ahoy

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Unforgiven…

by André Santos on Mar.08, 2010, under Sem categoria

“Pior que tirar a vida é não saber perdoar” – não sei quem disse mas sei que já ouvi isto em algum lado.

Sabem perdoar? E em que circunstâncias o devem faze-lo? Tem que haver circunstâncias para isso? Sinceramente, não sei respoder a isso, mas sei que é dificil perdoar, e custa muito mais não o fazer. O que vos dá mais importância? O que vocês têm ou os amigos que vocês têm? (penso que alguns de vós já estão a dizer “Eu prefiro os amigos, sem dúvida alguma!!”) Será? Imaginem se alguem vos estragas a tão estimada Playstation que, ficaram tanto tempo a juntar a mesada  para a comprar? Perdoariam? Ou não?

O que se põe em causa é o que vocês querem. Não me quero armar em moralista, pois se me estragassem o meu computador, ainda ficava a pensar se fazia ou não mal… Uma vez li uma frase num programa que ensinava esperanto que dizia: “A amizade vale mais do que o ouro”. Vamos inverter um pouco isto… ” O ouro compra a amizade”. O que eu quero dizer com isto é que houve um caso na turma (e como sempre percebi mal a história e a minha memória não ajuda em nada…XD) em que um sujou ou estragou um objecto qualquer doutro… E foi á uns dias atrás que esse que possuia o objecto tocou nesse assunto. Com a maior honestidade, disse-lhe: “Se a amizade valesse o que te estragaram, então toda  a gente era amigo de toda a gente”. E não disse mais nada.

Jesus, que não tinha onde cair morto, perdoou os que o puseram na cruz. Mas se tivesse dinheiro será que subornava? Ou as suas ideias faziam dele realmente um santo…

O vosso(a) melhor amigo(a) diz á pessoa que vocês gostam, se quer namorar com vocês, sem sequer pedir permissão. Perdoariam? Pois, é dificil, não é? E agora imaginem que essa a que vocês gostam, como fica a saber, não vos liga um pint… perdão, pouco que seja. Ficariam felizes? Hehe, claro que não! O vosso coração se parte em cristais de gelo, que se derretem a uma velocidade desenfreada… Conseguem perdoar?

Bem amiguinhos e amiguinhas, esta é a realidade. É uma questão de decisões que parecem-se mais como testes de português… Mas por vezes, entra outra coisa: merecer. “Eu mereço ser perdoado(a), porque sou o(a) teu(ua) melhor amigo(a)” uma frase frequentemente utilizada por pura hipocrisia. Isso ao fim de contas é apenas uma mascara, pois que por dentro, já se está a formar um tumor de medo e arrependimento. Merecer é também uma questão de tempo de convivência.

Há uns bons anos atrás, quando João Paulo II ainda era vivo, ele foi alvejado, por um “samicas alguém”. Foi tratado e recuperou normalmente. Pediu para falar com o tal atirador, e tiveram uma conversa calma. E perdoou-o. Fariam isso? Bom, o homem é que já tava com uma bala entre os olhos, né?

Penso que perdoar é um assunto dificil. É preciso saber lidar com certas coisas e também controlar com o se que vai dizer. E sem esquecer da nossa maneira de pensar.

Damastaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!

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From Total Happiness to Total Loneliness…

by Paulo Branco on Mar.08, 2010, under Sem categoria

(Um post retirado do meu blog pessoal, e que foi apenas ligeiramente reescrito, para não falar diretamente em nomes… Foi o primeiro… Provavelmente será o último… Mas precisava de deixar a minha marca por estes lados…)

Já alguma vez vos aconteceu, darem tudo por tudo para alcansar um objectivo e, quando finalmente lá chegam, tudo vos parece que foi em vão?

Passam dias, semanas, meses e, em certos casos, até anos… Tempos de nervosismo, tempos de reflexão, tempos onde todos os desfechos possiveis são imaginados, numa tentativa frustrada de nos prepararmos para qualquer acontecimento… Recriamos situações, pedimos opiniões aos melhores amigos, sempre na esperança de ouvir as tão esperadas palavras de coragem “força” ou “vais ver que vai tudo correr bem”… A Verdade é que todos sabemos que provavelmente, não vai… Dizemos publicamente que sabemos que as coisas podem ( e devem ) correr mal, mas estragamos tudo quando nos tentamos convencer a nós próprios de que “há sempre uma hipótese”…
Não quero com isto dizer que ter esperança no futuro não seja uma coisa boa… Simplesmente há momentos em que devemos ter esperança, e há momentos em que devemos ser realistas, e admitir aquilo que tentamos ao máximo esconder de nós próprios… O “pode correr mal” não é mais uma possibilidade… É uma certeza… Algo que é praticamente dado como certo… Até porque se não acreditassemos nisso, não passariamos tanto tempo a criar cenários e possiveis desfechos, numa tentativa desesperada de “planear um caminho para o sucesso…” Encarem-no gente… Não acredito que o destino de alguem seja predeterminado à nascença, mas a verdade é que há seres humanos que nasceram condenados ao fracasso… E que, por muito que tentem mudar a sua vida, acabarão sempre por ser ultrapassados…
Ninguem é perfeito… Todos o tentam ser… Alguns publicamente, outros de uma forma mais secreta… Mas todos sonhamos em ser os maiores… Os melhores… Alguns sonham com este estado para todos os assuntos, outros, limitam-se apenas a algumas áreas… Mas todos aspiramos ao sucesso… Mesmo os “desinteressados do costume”… Aqueles que aparentemente só conseguem planear o jogo de futebol que vão ter no intervalo seguinte… Até esses, por muito que o tentem negar, sonham ser grandes numa área… Sonham ter sucesso nalguma coisa… Ser reconhecidos pelo seu trabalho…
Mas isto tudo para voltar ao assunnto incial… Alguma vez se sentiram assim?

Sonharam, continuaram a sonhar, e voltaram a sonhar com o desfecho perfeito daquele momento que tanto planearam, e, quando lá chegaram tudo se concretizou como tinham planeado? Nunca se sentiram vazios? Sem objectivo? Sem um sentido para darem à vossa vida? Sem nada pelo qual se levantassem de manhã e pensassem “um dia a menos para fazer isto…” ?

Porque sinceramente, é assim que me sinto… Depois de tanto planeamento, depois de tantas estratégias, tantos favores cobrados a amigos, e muitas noites de sono perdidas, tudo correu como sonhara…
E talvez tenha sido isso o problema… Talvez tenha imaginado tantas vezes aquela imagem que, quando finalmente se deu, não pareceu imprevista… Não fiquei admirado, e mesmo a explosão de energia durou apenas alguns minutos… Claro que fiquei feliz por ter conseguido aquilo que já tinha  à muito tempo dado como, uma batalha perdida… Mas faltou algo… Algo que ainda hoje me persegue…

No fim, acho que se resume tudo a um par de linhas… Posso admitir que estou extremamente feliz que tudo tenha corrido como sempre quis, mas que me sinto totalmente sem objetivos… Sem algo que me motive a continuar, preciso de me concentrar em algo que seja (nem que remotamente) possível de atingir, algo onde possa entreter a cabeça, nos poucos momentos livres que ainda me restam… Algo que não seja trabalho… Porque desse, já tenho muito…

Quanto ao post anterior, não sei se é a Primavera, se é o Verão, ou até mesmo o Inverno… O certo, é que há muita coisa que por mais que tenhamos vontade de controlar, nunca o conseguiremos fazer…

Sou uma pessoa de ciência… Absolutamente nada religioso… E sim, sou daqueles que acredita que tudo pode ser explicado pela ciência… Mas sendo o amor uma expressão de emoções perfeitamente racional, ou o exatamente oposto, é algo contra o qual não vale a pena lutar… Porque no final, estaremos apenas a lutar contra nós próprios…

E tornando as coisas um bocado mais pessoais… Só mesmo para esclarecer algumas almas… Eu sei que fiz muita coisa mal com a história da dona Andreia… Fiz.. Foram três anos de bater com a cabeça na parede, iludindo-me todos os dias… Pensava para mim mesmo que “podia ser que as coisas mudassem…” Mas tudo isso é passado… O bem que lhe fiz…. Assim como o mal… Essa história está selada…

Não posso no entanto negar, que aqueles três anos me ensinaram muita coisa… Muito mesmo… Mas acima de tudo, descobri-me a mim mesmo… E jurei que dali para a frente, iria ser uma pessoa melhor… Não posso prometer que irei ter sucesso absoluto nessa mudança… Mas posso garantir-vos que irei fazer tudo o que estiver ao meu alcance, para não voltar a repetir os erros do passado, e não por magoar aquela que amo…

E por hoje ficamos por aqui…

Paulo Branco

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A Primavera e os Corações dos Jovens na Tenebrosa Batalha contra a Terrível Revolução Hormonal

by Ana Varanda on Mar.06, 2010, under Sem categoria

Finalmente decidi-me a publicar um post para o nosso maravilhoso blog! (antes de começar queria prestar homenagem ao título que decidi por, já que me faz lembrar os textos dos livros de português da primaria… ou mais sensatamente, aqueles livro de aconselhamento para os pré-adolescentes que os acalma quanto à tão esperada e maravilhosa adolescencia). Sinceramente nao tinha mais que fazer, mas ultimamente tenho-me deparado com algo muito estranho… Andamos todos apaixonados :o

Mas que raio é que se passa? Será a Primavera a chegar? Porque é que andamos todos descontrolados? Com certeza que eu podia por-me a dar exemplos destes apaixonados (o que nao é necessario, todos os conhecem) e dos maravilhosos triângulos (e quadrados…e até mesmo pentágonos) amorosos em que a nossa linda turma se encontra actualmente, mas nao quero pôr mais pessoas da turma contra mim… já tenho uma quantidade consideravel :b

O que é certo é que nao podemos fazer nada. Vamos continuando loucamente à espera do dia em que aconteça alguma coisa fora do normal (fora do normal…eit, nao passam de bocas e sorrisinhos que na cabeça do perfeito adolescente sao as bocas e os sorrisinhos mais espectaculares do mundo) para no dia a seguir ir-mos a correr contar aos mais prestigiados diários falantes do mundo: os melhores amigos.

Obvio que isto a mim nao acontece! Quando digo nós, só quero parecer simpática para que vocês, adolescentes descontrolados, não se sintam sozinhos neste mundo frio e cruel de hormonas atletas. Eu permanecerei imune a essa doença (não, não é uma DST, parece que na escola nao nos avisam, mas ha outros tipos de doenças para alem daquelas que se transmitem pelo acto sexual…que se pode fazer? se calhar os professores também não sabiam :O) que ataca 89% dos cidadãos deste mundo! Vou continuar a fugir com o rabinho à seta do cupido como se não houvesse amanhã!

Hum, esperem, fiquei sem conversa para mais um ou dois parágrafos… estranho, logo eu que nunca me calo…
(…)
Os minutos vão passando e eu continuo sem nada a apresentar…
(…)
LáLáLá … Vou enchendo espaço para pensarem que isto é algo muito profundo e que é um desabafo de uma adolescente emocionada… totós hehehe
(…)
E como não surge nada, vou enchendo espaço… que mazona, a roubar espaço ao blog, aiaiai…
(…)
Ok, pronto, não consigo escrever tanto como o Paulo… Caramba, como tens paciencia?
(…)
Digam lá que nao me odeiam por vos estar a fazer perder tempo com esta trapalhada toda, hein? Ah pois é, sou uma mazona!
(…)
(isto conta como parágrafo?)

E prontos, as ideias voltaram a surgir na minha mente iluminada! Mas como não mete piada sem ser demasiaso directa, vou estar quietinha. Por isso, vou acabar este post com uma observação muito prespicaz:
- Já repararam que o antigo blog de quem muita gente dizia mal e que só difamava os coleguinhas companheiros do 9ºA tinha, com certeza, muito mais audiência que este que é um blog honesto com posts decentes e até mesmo “educativos”?  Porque será? :O hum, eu tenho uma ideia… um dia destes faço um post a causar intriguinhas para verem como o pessoal da turma nao passa a visitar o blog todos os dias hahaha (brincadeira, a serio)

Acho que vou andando… Obrigado por perderem o vosso tempo com o meu primeiro post no Blog do 9ºA (isto se alguém alguma vez se decidir a ler isto… hum, acho que vou optar por tentar promover isto um bocado).
Fiquem bem,
Ana Inês Sales Varanda

(Temos mesmo que ler isto antes de publicar? É que nao está nada a apetecer)

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Divine Blind…

by André Santos on Mar.04, 2010, under Sem categoria

Primeiro sentiram-Te

Viram-Te

Eles amaram-Te e Tu lhes deste o Teu amor

Deste-lhes alimento

E depois seguiram-Te

Mostraste-lhes os Infinitos Caminhos

E eles escolheram o seu caminho

Uns viram guerra, outros amor

Uns viram o impossível e outros o possível

Uns viram-Te e outros esqueceram-Te

Uns queriam-Te e outros desafiaram-Te

Continuaste a amar os que Te amavam e castigas-Te os desafiantes

Mostras-Te que a violência é o caminho errado

E uns viram isso

Mostras-Te que o amor une e não destroi

E outros esqueceram isso

Foste Tu a culpada? Não

Eles, preguiçosos, andaram pelos caminhos mais facéis

Porque é mais facil destruir que amar

Porque é mais fácil matar que curar

E então Tu colocastes armadilhas nos caminhos curtos

Caíram nelas e sofreram

Uns mudaram, outros continuavam

Um caminho longo e cheio de sacrificios só é dificil porque tem que se abrir os olhos

Vendo as planicies, montes e vales que cortam, a paisagem, graciosamente

Só é dificil porque não sabem ver-Te, ouvir-Te ou comunicar-Te

Porque, no final, não é dificil amar… e seguir-Te, como antes o fizemos

Para ti, Mãe Natureza, criadora de todos nós

André G. (de Girão)

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Tralho da Ferreira

by Bernas on Mar.01, 2010, under Sem categoria

Já que não sabia mais do que escrever, gostava de vos contar uma história: “O Tralho da Ferreira”. Era uma vez uma rapariga chamada Inês Ferreira, que quando estava num grupo de amigos a jogar ao telefone estragado (que neste caso, estava mesmo estragado xDD), recebeu um telefonema. A chamada era tão importante que tropeçou numa árvore. Básicamente a queda foi assim: Saiu muito rapidadamente no seu lugar, tropeçou numa árvore, sentou-se numa cadeira e essa cadeira caiu para trás (quando olhei estava ela de pernas para o ar)!! Mesmo assim continuou a falar com o tal rapaz… Não sei como é que alguém dá uma queda destas, mas para não estar a difamar ninguém tirem as fossas conclusões. Não sei para que é que escrevi isto, mas ok!
P.S. Tu sabes que a árvore gosta muito de ti, ela não fez por mal…

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O amor está no ar!

by Inês Ferreira on Fev.27, 2010, under Sem categoria

Parece que as flechas do Cupido acertaram os corações de alguns jovens relativamente mais tarde!
Tou a ver que os corações de alguns jovens não param de bater, não é fantástico? Ver que o amor no secundário é tão visto! Alguns têm mais sorte que outros, mas nada que um pouco de romantismo não mude! Parece que a musica “Love is in the air” e “All you need is love” se aplicam de momento.
Para quem está apaixonado, eu só digo isto “Boa Sorte!”, arrisquem, quem sabe?A vida é imprevisivel, tupo pode acontecer!

Com o Baile de Gala à porta, eu dou um conselho aos apaixonados, “Convidem-nas e convidem-nos, arrisquem!”, eu vou ser sincera, tenho-me rido imenso com estas histórias de amor, não é lindo ver gente apaixonada? Muitas histórias de amor tornaram-se livros, filmes, quem sabe se a vossa não vei ser assim? (hipotéticamente falando). Como eu disse anteriormente, tudo é possivel!

Ama-me como eu sou
sem me perguntar pelo antes de ti,
por esses momentos meus, nublados, sem razão,
pelo passado, em pedaços perdido nas viagens,
- sem querer saber a história das tatuagens
que marcam o coração…

(…)

Leiam o poema reflitam e arrisquem, flores, chocolates, serenatas, são um clássico, mas são um clássico que deu origem às mais belas histórias de amor…

Arrisquem…

P.S. Eu não escrevi este post por estar nostálgica ou mesmo, quem sabe o periodo, escrevi este post porque faz falta algo deste género, e porque alguns coraçõesinhos conhecidos encontram-se numa nostalgia impossivel!

Beijos, Inês Ferreira

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Losin’ my religion…

by André Santos on Fev.26, 2010, under Sem categoria

Embora não seja um tema muito comum neste blog, achei uma interessante (que rima com secante) ideia falar um pouco sobre religião. Para alguns, é apenas para ajudar a ter uma confiança em si próprios, terem uma razão para terem as patas na terra. Para outros, é apenas um suporte hipocrita para enganar os bur… perdão, deprovidos de inteligência, ou para dizer que a tempestade é causada pelo martelo de Thor, quando as pernas de frango estão mal assadas.

Por exemplo, para os judaicos, Deus sonha-nos… oui! Ou seja, a realidade a que nós chama-mos de realidade, é na verdade um sonho de Deus. Epa… calma ai… tenho uma frase para vos dizer: “Cada realidade é nada além de um sonho de outrem, e cada sonhador é, sem o saber, um deus”(Difusão de Venser, uma carta Magic the Gathering) . Então isso quer dizer que nós proprios somos Deus? Nós também sonhamos, disso ninguém pode negar. E será que sonhamo-nos uns aos outros? Sinceramente, estou num labirinto filosófico, onde a resposta está na posse de Deus.

Uma religião, onde não vou mencionar o nome por questões… questionais, venera a natureza e os espiritos e deuses que habitam, aqui, no planeta Terra. Uma das mais antigas religiões, que foi base para o cristianismo por falta de originalidade. A cruz que é um simbolo bastante conhecido na religião cristã, foi retirada da cultura céltica, posse por mais de 5000 e muitos anos… E na idade média, a inquisição perseguiu os que eles chamavam de bruxos e hereges… Aqui entra a parte hipocrita. Conhecem a história do Frankestein? Vamos mudar um pouco. Tornaremo-lo duma criatura gentil, para um bicho malevolo. Ele olha para o Dr. Frank e sufoca-o até á morte. E o resto da história fazem vocês que eu na tenho paciência…

Ora, dito isto, imaginemos que o Bicho (assim o chamarei) é o cristianismo, e as religiões “são” o Dr. Aos poucos, são sufocados á força e sucumbem, no chão, isentos de carne ou uma voz que alarme os ouvidos do mundo. Mas justiça se fará, pois a regra principal da Natureza, além de ser: “O mais forte é o rei”, é também: “Faças o que fizeres, bom ou mau, receberás ampliado”

Como já devem saber, as bases ideológicas teóricas (uau!) do cristianismo é praticamente igual ao das celtas. Não penso que será por uma questão de falta de originalidade, mas sim uma procura que “Jesuis” Cristo queria oferecer aos mais pobres e desfavorecidos. Penso que não havia ninguém naquela época que não quisesse um pouco de paz na sua quintazinha… Bem, estamos num mundo onde os maus vencem.

Sigam a religião que quiserem seguir, pois todos os rios dão para o mesmo mar.

Ahoy

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